Dez outros casos de “conflito de interesses” no governo Bolsonaro

Ao assumir cargos governamentais o empresário não deixa de ser empresário, geralmente aproveitando a sua estadia no Estado para valorizar o seu capital social, garantir a manutenção dos interesses do seu setor de origem, e muitas vezes, valorizar os contratos da sua própria empresa. É o que se chama de “conflito de interesses”. O tema voltou à tona com a polêmica envolvendo o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência), Fabio Wajngarten. No entanto, o caso está longe de ser um evento isolado, compondo, na verdade, um padrão do governo Bolsonaro.
Neste artigo listamos dez vezes, além desta, em que o governo topou com casos explícitos de conflito de interesses, quase sempre “ignorados” pelo presidente.

17 de janeiro de 2020