Orgulho é não ter medo de dizer o nosso nome
Queremos que 2026 seja um ano de afirmação de nossas existências nas ruas e nas urnas! Sem medo do fantasma do “identitarismo”.
Publicado em: 28 de junho de 2026
Reprodução/Redes sociais
O primeiro ato do segundo governo Trump, em janeiro de 2025, não foi sobre economia. Não foi sobre inflação, imigração ou comércio internacional. Foi uma ordem executiva para apagar pessoas trans dos documentos e das políticas do governo federal.
O decreto, intitulado Defending Women from Gender Ideology Extremism and Restoring Biological Truth to the Federal Government, já anuncia seu objetivo no próprio nome: o governo federal deixa de reconhecer a identidade de gênero e passa a admitir apenas o sexo biológico como categoria jurídica. A partir dali, todas as agências federais são obrigadas a substituir a palavra “gênero” por “sexo” em regulamentos, formulários e políticas públicas. Hospitais suspendem o atendimento a adolescentes trans. Pessoas trans voltam a ser formalmente proibidas de servir nas Forças Armadas. (1)
Nada disso foi um acidente de percurso ou uma cortina de fumaça. Foi uma escolha política deliberada. Antes mesmo de enfrentar os grandes temas econômicos ou geopolíticos, o novo governo decidiu sinalizar quem seria o primeiro alvo do novo ciclo da extrema direita. O corpo trans foi transformado em campo de batalha simbólico.
Como eles se constroem
A extrema direita contemporânea não se constrói apesar da pauta LGBTQIA+, mas precisamente por meio dela. Desde pelo menos a década de 2010, gênero e sexualidade deixaram de ser temas periféricos para ocupar um lugar central na reorganização da direita radical, funcionando como um eixo capaz de produzir identidade política, mobilizar afetos e organizar coalizões entre grupos religiosos, conservadores e setores liberais. A chamada “ideologia de gênero”, expressão formulada no interior da Igreja Católica e posteriormente apropriada por lideranças evangélicas e pela direita partidária, tornou-se o principal operador dessa estratégia. Ela oferece um inimigo suficientemente difuso para ser associado a qualquer transformação social indesejada e suficientemente concreto para ser personificado em corpos reais: professores, feministas, artistas e, sobretudo, pessoas trans. Em torno desse inimigo imaginário, constrói-se uma narrativa segundo a qual a infância estaria ameaçada, a família estaria sob ataque e a própria civilização dependeria da restauração de uma ordem sexual considerada natural.
É justamente por isso que as ofensivas contra direitos LGBTQIA+ costumam anteceder ou acompanhar processos mais amplos de fortalecimento da extrema direita e de construção de movimentos fascistas. A pauta não serve apenas para conquistar votos; ela organiza uma visão de mundo. Ao deslocar o conflito político para o terreno da moral, a extrema direita substitui debates sobre desigualdade, concentração de renda ou direitos sociais por disputas existenciais entre “bem” e “mal”, “natureza” e “ideologia”, “família” e “corrupção”. O resultado é a produção permanente de um estado de mobilização, no qual a sensação de ameaça justifica medidas cada vez mais duras em nome da defesa da sociedade. O objetivo nunca foi apenas impedir o reconhecimento de determinados direitos. Trata-se de reafirmar que existem hierarquias consideradas naturais — entre homens e mulheres, entre famílias legítimas e ilegítimas, entre corpos reconhecidos e corpos descartáveis — e construir um projeto político capaz de transformar essas hierarquias em leis, políticas públicas e ação estatal.
Quando a extrema direita consegue utilizar o Estado para negar a legitimidade da identidade de gênero de uma parcela pequena e vulnerável da população, demonstra também sua capacidade de definir quais vidas merecem reconhecimento e quais podem ser excluídas da proteção jurídica. Não por acaso, quase todas as grandes campanhas recentes da extrema direita — no Brasil e em outros países — tiveram as pessoas trans como alvo prioritário
Nesse processo, as pessoas trans ocupam uma posição singular. Elas se tornam o laboratório privilegiado dessa política porque sua própria existência desafia a ideia de que sexo, gênero, família e autoridade são categorias fixas e determinadas pela natureza. Quando a extrema direita consegue utilizar o Estado para negar a legitimidade da identidade de gênero de uma parcela pequena e vulnerável da população, demonstra também sua capacidade de definir quais vidas merecem reconhecimento e quais podem ser excluídas da proteção jurídica. Não por acaso, quase todas as grandes campanhas recentes da extrema direita — no Brasil e em outros países — tiveram as pessoas trans como alvo prioritário. A perseguição não decorre de sua relevância numérica, mas de seu valor simbólico. Atacar pessoas trans permite apresentar a extrema direita como defensora da infância, da família e da liberdade religiosa ao mesmo tempo, condensando diferentes agendas conservadoras em uma única batalha.
Foi exatamente esse mecanismo que estruturou a ascensão da extrema direita brasileira. A campanha contra o chamado “kit gay”, a retirada das discussões sobre gênero do Plano Nacional de Educação, os projetos Escola Sem Partido, os discursos em defesa da “família” durante o impeachment de 2016, a eleição de lideranças cuja principal plataforma era combater a chamada “ideologia de gênero” e, mais recentemente, a proliferação de projetos de lei contra pessoas trans não são episódios desconectados. (2) São momentos sucessivos de uma mesma estratégia de construção política. A pauta LGBTQIA+ deixou de ser apenas um tema de costumes para se tornar uma das principais infraestruturas simbólicas sobre as quais a extrema direita organiza sua identidade, produz seus inimigos e cria as condições para o avanço de um projeto fascista. É por isso que a ofensiva contra pessoas trans nunca permanece restrita a elas: ela funciona como ensaio para formas mais amplas de controle social, redução de direitos e consolidação da força política da extrema direita.
O solo do fascismo
Existe uma convicção difundida em parte do campo progressista de que gênero e sexualidade são temas “espinhosos”, o tal do “identitarismo”: assuntos que afastam o eleitorado, desviam o foco da economia e oferecem à extrema direita um terreno favorável de mobilização. A conclusão prática costuma ser sempre a mesma: melhor não falar disso agora, deixar para depois da eleição, preservar a frente ampla e evitar conflitos desnecessários.
Essa convicção parte de um diagnóstico equivocado. Ela pressupõe que o silêncio produz neutralidade, quando acontece exatamente o contrário. No debate público, não existe espaço vazio. Toda pauta abandonada é ocupada por alguém. Quando a esquerda deixa de disputar o significado de gênero, sexualidade ou direitos LGBTQIA+, não faz esses temas desaparecerem; apenas entrega sua interpretação à extrema direita.
É justamente nesse vazio que o preconceito se organiza. Ninguém nasce odiando pessoas trans. O ódio é aprendido, repetido e naturalizado. Ele circula em vídeos, sermões, influenciadores, grupos de WhatsApp, discursos parlamentares e campanhas eleitorais que apresentam pessoas LGBTQIA+, especialmente pessoas trans, como ameaça permanente à infância, à família ou à sociedade. Quando essa narrativa não encontra contraponto consistente, deixa de parecer uma posição política e passa a funcionar como senso comum. O preconceito não cresce porque encontra melhores argumentos; cresce porque deixa de encontrar resistência.
É por isso que a perseguição às pessoas LGBTQIA+ não é um tema secundário da extrema direita, nem um simples debate de costumes. Ela é um dos principais mecanismos pelos quais o fascismo contemporâneo produz identidade política, organiza sua base social e constrói as condições para ampliar seu poder. O ataque às pessoas trans nunca termina nas pessoas trans. A perseguição às minorias sexuais e de gênero não é um efeito colateral do projeto fascista; é um de seus principais mecanismos de construção.
A equação, portanto, é simples. Quando a esquerda se retira desse debate por cálculo eleitoral ou de governabilidade, o espaço é ocupado pela extrema direita. Quando a extrema direita monopoliza a produção do senso comum sobre gênero e sexualidade, o preconceito se naturaliza. Quando o preconceito se naturaliza, torna-se mais fácil convertê-lo em votos, políticas públicas e retrocessos institucionais. O silêncio não desarma a ofensiva reacionária; apenas desarma quem poderia enfrentá-la.
Esse balanço tampouco é novo. Desde a virada para os anos 2010, parte significativa do campo progressista passou a tratar as pautas de gênero e sexualidade como um terreno excessivamente sensível para a disputa política. A aposta era que recuos pontuais, concessões e o adiamento desses debates preservariam a governabilidade, manteriam alianças e impediriam que a extrema direita transformasse essas questões no centro de sua estratégia de mobilização.
As concessões não pacificaram o conflito. Ao contrário, fortaleceram os atores que fizeram da perseguição às pessoas LGBTQIA+, especialmente às pessoas trans, um dos pilares de sua identidade política. Enquanto parte do campo progressista evitava disputar esse terreno por considerá-lo eleitoralmente custoso, a extrema direita investia justamente na produção de um senso comum baseado no medo, no pânico moral e na promessa de restaurar uma ordem social supostamente ameaçada. Na política, não existe terreno neutro. Toda disputa abandonada acaba sendo ocupada por quem permaneceu nela.
A prova da possibilidade
O principal argumento usado para justificar esse silêncio é conhecido: defender pessoas trans teria um custo eleitoral inevitável. A recomendação, então, é evitar o tema, falar apenas do que “importa para a maioria” e não oferecer à extrema direita um novo flanco de ataque. A eleição de Zohran Mamdani para a prefeitura de Nova York não demonstra que defender direitos LGBTQIA+ produz vitórias eleitorais. Ela demonstra algo mais modesto — e suficiente para desmontar essa justificativa: não existe uma fatalidade eleitoral em assumir essa defesa de forma pública e consequente.
O contexto torna esse caso especialmente relevante. Mamdani não disputou uma eleição em um período de normalidade institucional. Sua campanha aconteceu justamente quando Donald Trump recolocava a pauta antitrans e antimigração no centro da política norte-americana. As primeiras medidas do novo governo retiraram o reconhecimento da identidade de gênero pelo governo federal, restringiram o acesso a cuidados de saúde para jovens trans e desencadearam uma rápida onda de adequação por parte de hospitais, universidades e outras instituições, que passaram a rever políticas de inclusão diante da ofensiva da nova administração. Ao mesmo tempo, crescia dentro do próprio Partido Democrata a avaliação de que a pauta trans deveria perder espaço no debate público para reduzir o desgaste eleitoral diante da ofensiva republicana. A mensagem era simples: era hora de recuar.
Mamdani fez exatamente o contrário. Enquanto parte da oposição aceitava, na prática, que Trump definisse quais temas eram politicamente “viáveis”, ele foi o único entre os principais candidatos à prefeitura a apresentar um programa detalhado para a população LGBTQIA+. Defendeu ampliar o acesso aos cuidados de afirmação de gênero, simplificar a retificação de documentos, criar uma estrutura municipal dedicada à população LGBTQIA+ e consolidar Nova York como cidade-santuário para pessoas trans. Mais do que isso, escolheu enfrentar diretamente a ofensiva da extrema direita. Em março de 2025, participou dos protestos contra um grande hospital da cidade que suspendia o atendimento a adolescentes trans para se adequar às ordens executivas de Trump. Não esperou que a campanha começasse para assumir uma posição. Sua candidatura foi construída em confronto aberto com a agenda que inaugurava o segundo governo Trump.
Ainda assim, venceu. Derrotou Andrew Cuomo nas primárias democratas, venceu a eleição geral e tornou-se o primeiro prefeito muçulmano e asiático-americano da história de Nova York. Depois de eleito, tampouco recuou. Abriu o Mês do Orgulho de 2026 com a campanha “Trans Rights Are Human Rights”, reafirmando publicamente os compromissos assumidos durante a campanha, justamente quando boa parte do sistema político norte-americano ainda reagia à pressão da nova administração republicana. (3)
Isso não significa que Mamdani venceu por defender pessoas trans. Eleições nunca se explicam por uma única variável. O ponto é outro. Se essa pauta fosse, de fato, um obstáculo eleitoral incontornável, como tantas vezes se afirma, sua candidatura dificilmente teria percorrido esse caminho sem abandonar uma posição sequer. Mamdani não demonstra uma relação simples de causa e efeito. Ele desmonta uma alegação apresentada como inevitável. Demonstra que a defesa pública dos direitos de pessoas trans não condena uma candidatura à derrota e, sobretudo, que não é inevitável aceitar os limites que a extrema direita tenta impor ao debate público. Mais do que isso, mostra que disputar esse terreno também produz efeitos políticos próprios. A extrema direita depende de transformar determinados preconceitos em senso comum. Cada vez que esses consensos são contestados, sua capacidade de organizar o debate público diminui. Defender pessoas trans não é apenas proteger uma minoria; é disputar as condições sob as quais a extrema direita constrói sua hegemonia. Ao ampliar os limites do debate público, a esquerda também reduz a capacidade da extrema direita de transformar pânico moral em senso comum, e senso comum em força política.
O que o orgulho significa
Orgulho não é o arco-íris que as marcas vestem em junho e retiram em julho. Não é uma campanha publicitária nem uma celebração despolitizada da diversidade. Orgulho é aquilo que continua existindo quando o marketing vai embora: a parada que tentam proibir, a bandeira que querem retirar da escola, o nome que insistem em apagar dos documentos, o corpo cuja existência se torna objeto de disputa política.
Orgulho não é o arco-íris que as marcas vestem em junho e retiram em julho. Não é uma campanha publicitária nem uma celebração despolitizada da diversidade. Orgulho é aquilo que continua existindo quando o marketing vai embora: a parada que tentam proibir, a bandeira que querem retirar da escola, o nome que insistem em apagar dos documentos, o corpo cuja existência se torna objeto de disputa política.
É por isso que o orgulho nunca foi apenas uma celebração (apesar de ser uma celebração também!). Ele nasceu como resposta à vergonha. Durante muito tempo, pessoas LGBTQIA+ foram ensinadas a esconder quem eram, a falar baixo, a desaparecer do espaço público para sobreviver. O orgulho inverte essa lógica, porque recusa a ideia de que existir deva ser motivo de vergonha. A recusa em desaparecer é, antes de tudo, uma posição política.
Os sucessivos recuos diante da ofensiva da extrema direita produzem o efeito oposto ao que prometem. Cada vez que se decide não disputar esse terreno por considerá-lo eleitoralmente inconveniente, a extrema direita amplia sua capacidade de definir o que pode ou não ser dito, quais direitos podem ou não ser defendidos e quais vidas podem ou não aparecer no espaço público. O silêncio não desmobiliza o adversário. Apenas torna mais fácil sua tarefa de transformar preconceito em senso comum e senso comum em força política.
O orgulho, portanto, não é apenas um sentimento nem uma identidade coletiva. É a recusa em ceder esse terreno. É afirmar, na prática, que a resposta ao pânico moral não é o silêncio e que o avanço da extrema direita não se interrompe com novos recuos. Ao contrário: cada espaço abandonado fortalece quem pretende ocupá-lo. Defender a existência pública de pessoas LGBTQIA+, especialmente de pessoas trans, não é um desvio da luta contra a extrema direita. É uma das condições para vencê-la.
O que está em jogo em 2026
A extrema direita não deixará de atacar pessoas trans porque seus adversários decidiram falar menos sobre elas. Sua estratégia não depende de provocação. Ela depende de encontrar um inimigo capaz de organizar medos, produzir coesão política e oferecer uma explicação simples para transformações sociais complexas. Se não encontrar resistência, continuará ocupando esse lugar no debate público. O silêncio não reduz a intensidade do ataque. Apenas reduz a capacidade de enfrentá-lo.
É esse o equívoco da estratégia da moderação nesse tema, que é fundamentalmente democrático. Ela parte da expectativa de que evitar determinados temas diminuirá sua importância política. Mas foi exatamente o contrário que aconteceu na última década. Enquanto parte do campo democrático tratava gênero e sexualidade como pautas eleitoralmente inconvenientes, a extrema direita transformava essas questões em um dos principais eixos de sua identidade política.
O que está em jogo em 2026 é reeleger o presidente Lula. Mas é, também, impedir que a extrema direita continue definindo, sozinha, os limites do debate público. O bolsonarismo compreende isso com clareza. Sua estratégia vai além da disputa pela Presidência da República. Ela passa pela conquista de maiorias legislativas, pela ocupação de instituições e pela consolidação de uma agenda capaz de transformar preconceitos em normas administrativas, políticas públicas e mudanças legais
O que está em jogo em 2026 é reeleger o presidente Lula. Mas é, também, impedir que a extrema direita continue definindo, sozinha, os limites do debate público. O bolsonarismo compreende isso com clareza. Sua estratégia vai além da disputa pela Presidência da República. Ela passa pela conquista de maiorias legislativas, pela ocupação de instituições e pela consolidação de uma agenda capaz de transformar preconceitos em normas administrativas, políticas públicas e mudanças legais. (4)
É justamente por isso que abandonar a defesa de pessoas LGBTQIA+, especialmente de pessoas trans, não representa um gesto de pragmatismo eleitoral. Representa a renúncia a um dos principais terrenos em que a extrema direita constrói sua força política. Quando se aceita que determinados direitos sejam considerados inconvenientes demais para serem defendidos, aceita-se também que o adversário determine quais vidas merecem reconhecimento, quais pautas podem ser debatidas e quais grupos podem permanecer invisíveis. Em sentido inverso, disputar esse terreno amplia o espaço democrático, enfraquece a capacidade da extrema direita de produzir consenso em torno do pânico moral e restringe sua possibilidade de transformar preconceito em hegemonia política.
Ao longo deste texto, procuramos defender uma tese simples. O ataque às pessoas LGBTQIA+ e trans não é um tema lateral da extrema direita contemporânea. É um de seus principais mecanismos de construção política. Se isso é verdade, a conclusão também precisa ser levada a sério. Defender pessoas trans não é uma pauta identitária separada da luta democrática. É parte da luta contra a extrema direita e contra a construção de um projeto fascista. Não porque pessoas trans sejam as únicas vítimas desse projeto, mas porque a capacidade de uma sociedade impedir que um grupo seja transformado em inimigo interno costuma antecipar sua capacidade de impedir a expansão desse mesmo mecanismo contra todos os demais.
É nesse sentido que orgulho deixa de ser apenas uma celebração e passa a ser uma posição política, porque recusa um dos mecanismos centrais do fascismo: dividir a sociedade entre vidas que merecem reconhecimento e vidas que podem ser descartadas em nome de uma ordem supostamente natural. Defender pessoas LGBTQIA+ e, em especial, pessoas trans é recusar essa lógica antes que ela encontre novos alvos. É disputar o senso comum, ampliar os limites da democracia e reduzir o espaço político da extrema direita.
Lucas Marques é homem trans, cientista social marxista formado pela Unicamp, dev de esquerda e militante da Semear-PSOL.
Notas
Ordem executiva “Defending Women from Gender Ideology Extremism and Restoring Biological Truth to the Federal Government”, assinada em 20 de janeiro de 2025.
Fonte: whitehouse.gov
Sobre a genealogia da “ideologia de gênero”, do “kit gay”, da retirada do gênero do Plano Nacional de Educação, do Escola Sem Partido e dos discursos “pela família” no impeachment de 2016.
Fonte: Esquerda Online
Dados sobre a eleição de Zohran Mamdani: desempenho entre eleitores LGBTQ+ (14% do eleitorado), vitória com 50,39% dos votos e plataforma de US$ 65 milhões para afirmação de gênero. Inclui detalhes sobre o protesto de março de 2025 no hospital NYU Langone.
Fontes: Gay City News; Newsweek; GLAAD; The Advocate; The Nation; Truthout; Wikipedia
Análises sobre a estratégia da extrema direita para as eleições de 2026 no Brasil, focando em maiorias legislativas e mobilizações de rua por anistia organizadas em 2025.
Fontes: UOL (João Cezar de Castro Rocha); Brasil 247; Poder360; Metrópoles; ND Mais; Revista Fórum
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