1º de Maio: construir unidade, lutar por melhores salários e direitos para o povo


Publicado em: 28 de abril de 2026

André Valuche, de São Paulo (SP)

Esse post foi criado pelo Esquerda Online.

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Crédito Rovena Rosa/Agência Brasil
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O 1º de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, é um chamado à mobilização em defesa dos direitos sociais, da dignidade no trabalho e de um país justo para a maioria da população trabalhadora.

O 1º de Maio de 2026 será também um encontro das lutas e greves em curso no país. Um grande salve aos trabalhadores e trabalhadoras das universidades , servidores públicos e os profissionais da educação, que travam uma batalha em defesa de seus direitos.

Diante desse cenário, devemos atuar para construir um 1º de Maio unitário, combativo e enraizado nas bases populares. Em cada cidade, a prioridade precisa ser a máxima unidade entre sindicatos, centrais sindicais, movimentos populares, juventude, mulheres, movimento LGBT+, negras e negros, evitando a fragmentação e a dispersão das forças sociais comprometidas com a transformação radical do país.

Historicamente, o 1º de Maio nasceu das lutas operárias pela jornada de oito horas e se consolidou como símbolo internacional da resistência dos trabalhadores contra a exploração. No Brasil atual, a data precisa servir também como instrumento de apoio à reeleição de Lula, de enfrentamento à extrema direita, ao autoritarismo e às políticas que retiram direitos, aprofundam desigualdades e precarizam a vida do povo trabalhador.

Historicamente, o 1º de Maio nasceu das lutas operárias pela jornada de oito horas e se consolidou como símbolo internacional da resistência dos trabalhadores contra a exploração. No Brasil atual, a data precisa servir também como instrumento de apoio à reeleição de Lula, de enfrentamento à extrema direita, ao autoritarismo e às políticas que retiram direitos, aprofundam desigualdades e precarizam a vida do povo trabalhador.

>> Leia também: Nosso futuro está em jogo: reeleger Lula é defender o Brasil

A pauta política deve dialogar diretamente com os problemas concretos vividos pela maioria da população. Entre as reivindicações centrais estão o fim da escala 6×1 e a defesa de condições dignas de trabalho; a redução da jornada sem redução salarial; aumento real dos salários e valorização das aposentadorias; combate à alta dos alimentos e medidas concretas contra o endividamento das famílias; defesa do emprego e dos direitos sociais; combate ao feminicídio, racismo e a toda forma de violência contra as mulheres e os LGBTs; além da defesa da paz e da soberania dos povos.

Manifesto: lançamento de uma plataforma política para unir os lutadores da esquerda sindical

Cerca de 200 militantes da esquerda sindical lançam, neste 1º de Maio, o manifesto “Por um Brasil para a classe trabalhadora”, com propostas que apontam medidas concretas para atender os explorados e oprimidos do país, enfrentar os ricos e combater a absurda desigualdade brasileira.

O manifesto estará disponível nos atos e no portal do Esquerda Online. A proposta é que ele se torne um instrumento útil para unir os militantes da esquerda sindical nas cidades, regiões e locais de trabalho.


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