Pular para o conteúdo
BRASIL

Algumas observações sobre as eleições de 2018

Por: Gabriel Santos, de Maceió, AL

A eleição deste ano para a Presidência do Brasil está com um resultado imprevisível. Para muitos, o processo de outubro tem tudo para ser o mais disputado desde 1989. A eleição, que ocorre no meio de uma das maiores crises econômicas, políticas e sociais do país, apresenta um governo golpista rechaçado pela população, que buscou aplicar a cartilha de privatizações e ajuste fiscal de acordo com o pedido pelo mercado financeiro; o maior líder popular do país e líder das pesquisas preso em mais um fase do golpe; um crescimento com audiência de massas para uma candidatura de extrema-direita; e um candidato da direita tradicional que não decola de nenhuma forma nas pesquisas. A disputa por alianças eleitorais ganhou um peso a mais nestas eleições. A briga por tempo de TV, e sem o financiamento de campanha feito por empresas, faz com que o apoio de partidos menores, porém com importantes fundos eleitorais, tenha uma importância ainda maior que anteriormente.

No final de semana passado, deu inicio o período de convenção partidária para as siglas oficializarem seus candidatos e seus apoios para o Planalto. Apenas os partidos que já tinham certeza de seus nomes fizeram o encontro. Na sexta-feira, O PDT, oficializou Ciro Gomes, e o PSC – Partido Social Cristão, apresentou Paulo Rabelo de Castro. Por sua vez, no mesmo dia, o PSTU confirmou Vera Lúcia como sua candidata. No domingo, o PSL, Partido Social-liberal, apresentou Jair Bolsonaro. Um dia antes, no sábado, o PSOL em sua conferência oficializou o nome de Guilherme Boulos e de Sônia Guajajara. Além do PSol, o único partido que apresentou o vice foi o PSTU, que terá Hertz Viana. Todos os outros ainda procuram um candidato a vice e apoio de outras siglas.

No próximo dia 2, o MDB, de Henrique Meireles, faz a oficialização de seu candidato. No dia 4 de agosto, o Podemos, de Álvaro Dias, o Novo de João Amoêdo, a Rede de Marina Silva, o PSDB de Gerado Alckmin e o PSB vão fazer suas convenções. Assim como o PT, que deve manter o nome de Lula como candidato.

Dito isto, acho que é preciso fazer algumas observações sobre os principais envolvidos nestas eleições:

Fim do ciclo PT x PSDB?
A indefinição sobre o nome do PT, que deve manter Lula até o último minuto para tentar transferir votos, se mostra cada vez mais arriscada. Podemos dizer que isso é o que vai definir está eleição. Sem saber quem será o candidato outras siglas se afastam do partido que governou o país por 13 anos e vão negociar com outros grupos. O PR acabou entrando no bloco do Centrão que irá apoiar Alckmin, e o PSB negocia com o PDT de Ciro Gomes.

A polarização PT e PSDB que desde a redemocratização foi peça central das disputas eleitorais, apresenta um sinal de fraqueza, tanto que hoje as intenções de votos sem Lula apontam para um segundo turno sem estes dois partidos pela primeira vez. Um segundo turno sem PT e PSDB foi desenhado por muitos analistas políticos, porém, faltando três meses para as eleições ainda é preciso ter calma.
Olhar os números é importante, mas não podemos levá-los ao pé da letra. A campanha eleitoral ainda não começou, o aparelho das máquinas partidárias ainda não se mexeram, e como sabemos o nome do PT que estará nas urnas ainda gera uma confusão. O papel que Lula pode ter ao transferir votos não pode ficar de fora em uma análise, mas é preciso colocar que ele não tem a mesma força que em 2010, quando apontou Dilma como sua sucessora. Além de que estando preso, o petista vai ter dificuldades para conseguir gravar vídeos e qualquer coisa do tipo. Mas ainda assim temos que levar o fator Lula em consideração.

Alckmin, com a mídia e o capital financeiro de seu lado, tem boas chances, apesar de ainda fraquejar nas pesquisas de intenção. O ex-governador terá bastante tempo de TV em propagandas oficias, sem contar com o apoio extra-oficial da grande mídia, para conseguir melhorar sua imagem e detonar a de seu adversário direto: Jair Bolsonaro.

É tirando votos de Bolsonaro, que já parece ter atingindo seu teto, diferente de Alckmin que ainda tem possibilidades de crescer, que o ex-governador de São Paulo melhoraria nas pesquisas e tiraria importantes votos de um candidato direto ao segundo turno.

O papel de Marina Silva nestas eleições é algo que também pode ser importante. Ela é conhecida do público, porém não têm um tempo significativo de propaganda, caixa para fazer campanha e nem apoio de outros partidos. Marina é rejeitada tanto pela esquerda, quanto pela direita tradicional, assim como pelo Centrão. Com uma intenção de votos significativos, ela pode perder parte do eleitorado, quem conseguir ganhar votos que iriam para a ex-ministra do meio ambiente pode se cacifar como um importante candidato.

Hoje o que se desenha é, em nossa opinião, uma candidatura representando as forças da direita, com Alckmin e Bolsonaro disputando a mesma vaga para o segundo turno, se fossemos apostar, iríamos no nome do tucano. E uma candidatura representando à esquerda e a centro-esquerda, disputando a outra vaga. O favoritismo desse lado depende do nome petista, e do apoio do PSB a alguma das candidaturas.

O famoso Centrão
Ao longo do ano passado analistas políticos e a mídia começaram a utilizar um novo termo na analise política brasileira, o bloco do Centrão. Este bloco é um aglomerado de siglas que atuam no Senado e na Câmara sem uma ideologia ou um programa definido. São siglas parasitárias que rondam e negociam apoio e votos em troca de ministérios e presidências de comissões. O Centrão conta com o DEM (Democrata), PP (Partido Progressista), PRB (Partido Republicano Brasileiro), e o Solidariedade (SD).

Estas siglas que sempre atuaram de forma discreta no cenário político nacional, mudaram sua forma de atuar desde o golpe que retirou a presidenta Dilma. Este aglomerado de siglas resolveu agir de forma coordenada, aumentando assim seu pode de barganha e passou a atuar unido, e a partir da hora que estas siglas jogam de forma conjunta se tornam uma força real na política brasileira.

Um exemplo disso é o Democratas, que sempre foi visto como um puxadinho do PSDB, estando desde a época de Fernando Henrique Cardoso ao lado dos tucanos, porém resolveu ter um papel de destaque. Elegeram Rodrigo Maia para a presidência da Câmara, ampliou a bancada de deputados federais, ganhando muitos nomes de outros partidos na janela partidária (período em que os parlamentares trocam de siglas), elegendo 21 e agora contando com 43 deputados. O próprio Maia chegou a se lançar como pré-candidato a presidência da República, e se tornou um político que do ostracismo de 4 anos atrás, hoje é um dos nomes fortes da política nacional, negociando com outros partidos e sendo um dos articuladores do Centrão.

Na corrida eleitoral deste ano, as siglas estão sendo cobiçadas pelas legendas maiores como o PSDB e o PDT. Como nenhum dos pré-candidatos do Centrão deslanchou nas pesquisas, acabaram por aprovar o apoio a um outro candidato de forma unidicada. Cada uma das siglas do Centrão chamam a atenção por fatores como o fundo partidário, o tempo na propaganda de radia e TV, que é proporcional a bancada que elegeram, além da estrutura da máquina eleitoral que comandam (prefeituras, deputados com pesos regionais). No Centrão, os partidos mais desejados pelos presidenciáveis são o PPi e o DEMii. Fora dele o PSBiii, Partido Socialista Brasileiro, tem um peso notável nesse período de negociação, visto como um verdadeiro troféu a ser conquistado. O PRiv, Partido da República, também foi visado e negociou com vários partidos, desde o PT até o PSL de Bolsonaro, no fim acabou por entrar no bloco do Centrão.

A entrada do PR no bloco fez com que algumas coisas mudassem. Este partido negociou com o PT e com o PSL o cargo de vice, tendo Josué Gomes e Magno Malta indicados para cada uma dos possíveis acordos, respectivamente. Ao desistir do apoio que seria dado a Bolsonaro, o partido ingressa no Centrão e chegou a apontar Josué Gomes como um possível vice do governador paulista. O plano B para vice de Alckmin é apontado como o ex-ministro de educação Mendonça Filho, do DEM.

O Centrão vinha tendo conversas avançadas com Ciro Gomes. O candidato do PDT já havia mudado o discurso fazendo acenos para o mercado e afirmando que poderia negociar seu programa econômico com o bloco do Centrão. Porém, Ciro e o PDT foram rejeitados. O Centrão pareceu negociar com Ciro para aumentar o preço de seu apoio, que acabou indo para Alckmin e o PSDB.

O grupo entende que Alckmin teria mais probabilidade de cumprir os acordos e o programa feito durante a campanha do que Ciro. A política econômica apresentada pelo candidato do PDT não conseguiu convencer o mercado de que seria a aposta mais acertada, desta forma, apesar da pouca visibilidade e apoio que Alckmin tem até agora, resolveram apostar em um candidato tradicional da direita.

O nome do tucano ainda não conseguiu decolar nas pesquisas eleitorais, sempre marcando algo entorno de 7%, o ex-governador paulista era visto por muitos como carta fora do baralho. O apoio do Centrão muda um pouco a situação. O candidato do PSDB recebe agora mais 4 minutos de TV, algo que não é pouco, contabilizando 38% do tempo eleitoral. O tucano tem também uma significativa rede de siglas pequenas que lhe apoiam. O ex-governador de São Paulo tem praticamente tudo, tempo de TV, apoio de partidos menores, é o favorito do mercado financeiro, porém, lhe falta o que mais importa: votos e o apoio popular.

É interessante notarmos o movimento do MDB de manter a candidatura de Meireles para o Planalto. Sem apoio de outras legendas, com pouco apoio da população e desconhecido pela imensa maioria. O provável candidato do MDB pode ser visto como uma tática para diferenciar Alckmin do governo Temer. A rejeição que o presidente golpista sofre faz com que seu apoio seja mais maléfico que benéfico. O MDB ir com um candidato único, faz com que este seja colocado como o candidato do governo, apesar do PSDB e Alckmin terem o mesmo projeto econômico de ajuste fiscal.

Ciro Gomes e a unidade da esquerda
A decisão do Centrão de apoiar o PSDB foi um duro baque para Ciro Gomes e o PDT. Ciro negociava com partidos à esquerda, e ao mesmo tempo com o bloco destas siglas fisiológicas. Enquanto de um lado acenava para o mercado financeiro, para assim ter o apoio do Centrão, Ciro perdia apoio do outro.

O PCdoB em reunião de seu Comitê Central aprovou um chamado para uma candidatura unitária das forças progressistas no primeiro turno. Em uma Frente como PDT, PT, PSB, PSol e o próprio PCdoB. O PT, por meio de Haddad não descartou está hipótese, mas ela parece a mais improvável de todos os cenários. O PSol já lançou o nome de Boulos, e apesar de ações frentes comuns, rechaça retirar o nome do líder do MTST.

É importante apontar que o mercado financeiro flertou com Ciro. No fim, a recusa pelo nome do representante do PDT é uma mostra que as elites querem um representante puro sangue na disputas. Ciro seria uma versão atualizada do pacto social que o lulismo iniciou em 2002.

Um partido que ganha importância com o apoio do Centrão a Alckmin é o PSB, que em 2014 se lançou como terceira força nas eleições. Para este ano, a sigla tentou o nome de um outsider. Joaquim Barbosa ex-ministro do Supremo Tribunal Federal foi cogitado como provável candidato do PSB a presidência, porém, a desistência de Barbosa faz com que o PSB seja cortejado pelo PDT, PSDB, PT e até mesmo pela Rede. O caminho traçado até agora é de uma provável aliança com Ciro. No mês passado, 24 presidentes de diretórios estaduais foram consultados e 17 deles optaram por apoio ao pedetista. O partido se encontra dividido entre um apoio ao PT, posição de importantes diretórios e líderes da sigla e declarar apoio a Ciro. É possível ainda que o partido se abstenha de anunciar um apoio formal.

A ameaça Bolsonaro
O nome de Jair Bolsonaro vem em uma ascendência desde as eleições de 2014. Ele sempre foi, desde então, sendo apresentado como um dos candidatos para as eleições de 2018. Bolsonaro tem um discurso machista, racista e lgbtfóbico. Representa o que há de pior em uma sociedade. Sem propostas concretas para problemas sobre educação, saúde, segurança pública, o candidato do PSL, responde todas as perguntas que são feitas com frases de efeito contra a “ideologia de gênero”, em defesa do escola sem partido, e exaltando a violência e o ódio como solução para os problemas. Ele se coloca como um candidato anti-política, que rejeita o sistema político (apesar de ser um político profissional a 27 anos), com criticas a mídia tradicional e contra o politicamente correto e a corrupção.

Com um fiel grupo de seguidores, Bolsonaro apresenta um eleitorado aparentemente fechado com suas propostas. A articulação de seus defensores nas redes sociais é notável, sendo bem verdade que muitos utilizam perfis falsos para dá maior visibilidade ao deputado. Com grupos e mais grupos de apoiadores, Bolsonaro conseguiu imprimir sua pauta na greve dos caminhoneiros com mais facilidade que a esquerda, isso não pode ser minimizado.

Bolsonaro atualmente lidera as pesquisas eleitorais sem o nome de Lula, mas apresenta alguns empecilhos em sua campanha. Ele foi rejeitado por outras siglas. Nem o PR, nem o nanico PRP (Partido Republicano Progressista), quiseram aparecer ao lado do militar de reserva em santinhos e palanques. A grande questão é que Bolsonaro não apresenta confiança nem credibilidade para o mercado financeiro ou para os demais partidos.

Bolsonaro não tem para oferecer em troca de apoio recursos para campanha, nem alianças regionais, que muitas vezes são decisivas. Os candidatos a deputados federais que representam os diversos partidos em suas respectivas convenções estão preocupados em conseguir sua reeleição ou eleição, dessa forma fazem com que seus partidos apóiem candidatos a presidência que garantam uma boa chapa em seus estados. Cada sigla quer aumentar sua bancada na Câmara e Senado, assim a estrutura partidária tem muito a computar ao se escolher quem apoiar, e nessa hora Bolsonaro e seu partido não nada para oferecer aos demais partidos .

Com oito segundos diários na TV, a campanha de Bolsonaro mesmo assim não pode ser menosprezada. Ela representa um movimento real de crescimentos de ideias de extrema-direita na sociedade brasileira. Ele é o adversário número um nestas eleições. Apesar de hoje ter entre 15% e 20% nas pesquisas. Bolsonaro parece ter alcançado seu teto, não deve ir além destes dígitos.

Lula, PT e a hegemonia
A grande dúvida dessas eleições é quem será o nome do PT. Lula, preso, possivelmente será impedido de concorrer às eleições. A burguesia brasileira não tiraria Dilma por meio do golpe, colocaria Temer aprovaria a reforma trabalhista, a PEC dos gatos entre outras coisas, prenderia Lula, e aos 45 minutos do segundo tempo, deixaria o ex-presidente concorrer e ganhar as eleições.

A decisão do PT de manter Lula e tentar no último minuto a mudança dos votos para outro candidato é arriscada. O atraso faz com que o partido perca o poder de negociar com outras siglas apoios para o Planalto, assim como apoio para chapas a candidatos a governador nos estados. Por outro lado, a decisão de adiar o máximo o nome petista fez com que uma confusão estivesse no campo da centro-direita e da direita. Eles não sabiam com qual adversário o PT entraria no jogo, e isso fez com que o plano para enfrentar o candidato petista demorasse a ser feito, pois se não se sabe quem vai enfrentar fica mais difícil planejar o combate.

Agora com os partidos que apoiarão Alckmin já articulados, uma coisa é certa: quando o nome petista que realmente deverá estar na urna for apresentado, os demais jogadores já estarão espalhados pelo campo.

O PT está dividido quanto a decisão do nome que deve substituir Lula. Seria Haddad? Gleise Hoffman? Porque não Jaques Wager? Sem falar no setor do partido que apóia uma aliança com Ciro Gomes. Não existe nome que unifique o partido, e caso Lula apresente já seu substituto é bem provável que o PT entre em crise. A decisão de aguardar até o último minuto também preserva o próprio PT.

No instante que indicar o nome que ira ser seu substituto nas urnas, a liderença que Lula exercia no campo política da esquerda será abalada. A hegemonia petista, já fragilizada, se tornara ainda mais frágil. Lula, hoje é a liderança quase que incontestável deste campo, ao ser forçado pela Justiça a retirar seu nome e apresentar o de outro petista, este futuro nome não terá o peso eleitoral nem político-social do ex-presidente. Dessa forma ficaria aberto um espaço para saber quem ira representar a centro-esquerda e a esquerda no segundo turno das eleições.

O maior perigo que o PT corre nestas eleições é deixar de ser o representante do campo citado a cima, por isso, uma aliança com o PDT, em torno do nome de Ciro é uma hipótese muito improvável. A estratégia de Lula, adiando o nome de seu sucessor, também serve para impedir e brecar o fortalecimento de outras candidaturas de centro-esquerda, pois até que seu nome seja retirado completamente do ringue, ele e o PT são os representantes do campo e líderes das disputas eleitorais. Enquanto for líder isolado das pesquisas, o PT têm tempo para pensar um nome que possa representar o partido.

Ainda tem muita água para rolar
As eleições desse ano confirmam o caráter extremamente frágil e antidemocrático de nosso regime. A prisão de Lula e seu provável impedimento de concorrer nestas eleições. A clausula de barreira, que busca acabar com partidos ideológicos. O Centrão que transforma o congresso nacional e o período de apoio as candidaturas em um verdadeiro balcão de negócios. Tudo isso e muito mais expõe como o sistema democrático brasileiro é falho e acabam por ser uma democracia apenas para as elites que controlam e comandam o país.

Uma coisa que não pode deixar de ser colocada é que 40% do público entrevistado nas pesquisas eleitorais estão indecisos ou não sabem em quem vão votar. Este eleitorado está em disputa e ganhar a mente e corações deste público vai ser crucial.

A campanha ainda não começou para valer. Nestes três meses muita coisa pode acontecer. Vamos saber o real impacto que a mídia e a propaganda eleitoral terão nestas eleições. Iremos saber quem estará representando o número 13 na urna. Assim como as definições finais de coligações e alianças. Uma candidatura popular, representando o povo pobre e trabalhador, como é a de Guilherme Boulos e Sônia Guajajara, pode crescer.

Nestes três meses, existe um deserto para atravessar, e cerca de 40% do eleitorado para ser conquistado. Como diz um famoso ditado popular: ainda tem muita água para rolar debaixo dessa ponte.

PP – O PP é o partido com mais nomes investigados pela Lava Jato, 31. Hoje tem 49 parlamentares na Câmara, desses, 12 vieram na janela partidária. O partido tem 52 segundos do tempo de TV e 131 milhões de reais do fundo eleitoral.

DEM- Com direito a 30 segundos de tempo de TV e com 89,1 milhões de reais de fundo eleitoral

PSB- O peso do partido nesta eleição é de 118 milhões de reais no fundo eleitoral e de 47 segundos de tempo de TV. Além de oferecer o palanque com cinco governadores, 26 deputados federais e quatro senadores.

PR – O PR tem 40 deputados e 113,1 milhões de reais para a campanha e oferece 47 segundos de tempo de propaganda.

Marcado como:
eleições 2018