Comunidade escolar responde com resistência após agressão sexual contra professora


Publicado em: 30 de setembro de 2019

Richard Araújo, de São Paulo (SP)

Esse post foi criado pelo Esquerda Online.

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Crédito Na manhã deste sábado (28) um caso de agressão sexual contra uma professora no estacionamento da EMEF Dama entre Rios Verdes chocou e revoltou a comunidade escolar na Vila Curucá, na Zona Leste de São Paulo. Um caso que expressa o crescimento assustador da violência contra as mulheres sob o governo Bolsonaro e a ausência de políticas públicas por parte dos governos das três esferas para combater a situação de vulnerabilidade cada vez maior que aflige as mulheres no país, principalmente as mulheres trabalhadoras e periféricas. Diante da agressão e como forma de se solidarizar com a trabalhadora agredida, a comunidade escolar resolver não “deixar que essa brutal violência passe para as estatísticas” e decidiu tratar e cuidar do caso fechando questão “contra a violência que nos cerca e contra a insensibilidade de que tem por obrigação combatê-la”, convocando para segunda-feira (30) uma série de atividades na escola para tratar o tema sob a perspectiva da “luta e resistência, sobre como a violência cometida contra uma mulher, uma camarada, uma mãe e esposa é a violência cometida contra todas as mulheres, contra todos nós”. As atividades programadas se iniciarão com conversas internas entre professores, funcionários e estudantes, a partir das 07h, e às 10h ocorrerá uma reunião aberta para a qual foram convidados os movimentos sociais da região, como o SINPEEM, a Rede de Proteção à Mulher e a APEOESP, além dos representantes da Diretoria Regional de Ensino, da Secretaria Municipal de Educação, do CONSEG e da Subprefeitura. ATUALIZAÇÃO - VEJA COMO FOI O ATO   A Escola Municipal Dama Entre Rios Verdes fica na Av. Fernando Figueiredo Lins, 194, no Parque Santa Rita, em frente à Praça Mãe Preta.
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Na manhã deste sábado (28) um caso de agressão sexual contra uma professora no estacionamento da EMEF Dama entre Rios Verdes chocou e revoltou a comunidade escolar na Vila Curucá, na Zona Leste de São Paulo. Um caso que expressa o crescimento assustador da violência contra as mulheres sob o governo Bolsonaro e a ausência de políticas públicas por parte dos governos das três esferas para combater a situação de vulnerabilidade cada vez maior que aflige as mulheres no país, principalmente as mulheres trabalhadoras e periféricas.

Diante da agressão e como forma de se solidarizar com a trabalhadora agredida, a comunidade escolar resolver não “deixar que essa brutal violência passe para as estatísticas” e decidiu tratar e cuidar do caso fechando questão “contra a violência que nos cerca e contra a insensibilidade de que tem por obrigação combatê-la”, convocando para segunda-feira (30) uma série de atividades na escola para tratar o tema sob a perspectiva da “luta e resistência, sobre como a violência cometida contra uma mulher, uma camarada, uma mãe e esposa é a violência cometida contra todas as mulheres, contra todos nós”.

As atividades programadas se iniciarão com conversas internas entre professores, funcionários e estudantes, a partir das 07h, e às 10h ocorrerá uma reunião aberta para a qual foram convidados os movimentos sociais da região, como o SINPEEM, a Rede de Proteção à Mulher e a APEOESP, além dos representantes da Diretoria Regional de Ensino, da Secretaria Municipal de Educação, do CONSEG e da Subprefeitura.

ATUALIZAÇÃO – VEJA COMO FOI O ATO

 

A Escola Municipal Dama Entre Rios Verdes fica na Av. Fernando Figueiredo Lins, 194, no Parque Santa Rita, em frente à Praça Mãe Preta.


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