5 motivos para ir às ruas neste domingo, 21 de maio

Nas ruas, o povo pede a saída de Temer e eleições diretas, já!

A repercussão das gravações apresentadas pelo empresário Joesley Batista, da JBS, controladora da Friboi, apontando que Michel Temer comprou o silêncio do ex-presidente da Câmara e deputado cassado, Eduardo Cunha, impulsionou grandes manifestações, de norte a sul do país, na quinta-feira (18).

Trabalhadores, estudantes, militantes de movimentos sociais e contra as opressões, e tantos outros setores organizados, exigem a imediata saída de Temer da Presidência da República e também a convocação de novas eleições diretas.

Será nas ruas e nas lutas que o governo Temer, seus comparsas e suas reformas serão derrotados. Neste domingo, 21 de maio, dezenas de atos já estão agendados pelo país e também no exterior. Elencamos cinco razões para mobilizar: “Se empurrar, o Temer cai!”.

  1. DERRUBAR TEMER

Este é o motivo número 1 de todas as mobilizações populares desde que Temer assumiu a presidência da república. Cada ativista que grita “Fora Temer”, deixa claro não reconhece o governo ilegítimo. Ilegítimo por ser resultado de um golpe parlamentar, um arranjo conservador com o único objetivo de retirar conquistas e direitos da classe trabalhadora, precarizando ainda mais a vida da população pobre.

  1. BARRAR AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA

As reformas da Previdência e trabalhista atingem em cheio os mais pobres, aumentam a desigualdade social e dificultam o acesso de milhões de trabalhadores a direitos trabalhistas e benefícios previdenciários. Não é a toa que a esmagadora maioria da população rejeita as reformas, como demonstraram a greve geral de 28 de abril e pesquisas divulgadas recentemente.

O terrorismo das propagandas governamentais que as reformas são necessárias, alardeando uma Previdência deficitária e falida, ou que direitos trabalhistas impedem o crescimento do país, não convence ninguém. Que tal o governo cobrar a dívida ativa de empresas como o Bradesco, que deve R$ 432 milhões para a Previdência ou falar das isenções e desonerações fiscais de R$ 380 bilhões aos grandes empresários? Os trabalhadores e a juventude não aceitam pagar a conta da crise.

  1. #OCUPABRASÍLIA 24 DE MAIO

A manifestação em Brasília, que já estava convocada antes do escândalo da JBS, ganha ainda mais peso e importância. Vamos tomar as ruas neste domingo, 21 de maio, para fortalecer essa Grande Marcha. É hora de convocar todas as organizações de trabalhadores, estudantes e movimentos sociais para se somarem na construção das caravanas com o objetivo é ocupar a capital federal.

  1. NOVA GREVE GERAL

A força da Greve Geral de 28 de abril e os dias nacionais de luta em 8, 15 e 31 de março mostraram que os trabalhadores e o povo têm condições de parar este pais, para colocar abaixo este governo e enterrar as suas reformas e ataques.

É necessário que as centrais sindicais convoquem imediatamente uma nova Greve Geral, desta vez de 48 horas, em conjunto com os movimentos sociais e populares.

  1. ELEIÇÕES DIRETAS, JÁ!

É decisiva a luta por eleições diretas para presidente e para o Congresso Nacional. Na situação brasileira, as eleições diretas representam a medida democrática mais progressiva que está ao alcance da classe trabalhadora neste momento. Representa, sobretudo, uma enorme derrota da burguesia e deste Congresso que perdeu qualquer legitimidade, seja porque está envolvido em todos os escândalos de corrupção, seja porque tem aprovado mudanças constitucionais contra todos os direitos da população.

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Foto: Esquerda Online

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