Manifesto sindical por um Brasil para a classe trabalhadora
Com direitos, salários dignos, emprego decente e democracia
Publicado em: 5 de maio de 2026
Paulo Pinto/Agência Brasil
1 O Brasil e o mundo vivem um momento decisivo. A ascensão da extrema-direita, no país e internacionalmente, expressa uma ofensiva autoritária que ataca as instituições democráticas, os direitos sociais, as liberdades civis e as organizações da classe trabalhadora. Essa ofensiva aprofunda a exploração, amplia as desigualdades e busca naturalizar a precarização do trabalho, o arrocho salarial e a retirada de direitos históricos. Toda essa realidade recaí sobre mulheres, Lgbts, negros e negras e trabalhadores das periferias,
2 A política da administração de Donald Trump baseada na doutrina Monroe do início do século XIX com o chamado Corolário Trump aprofunda os ataques a Soberania das nações e quer impor a recolonização da América Latina ao mesmo tempo que ataca brutalmente com métodos terroristas os trabalhadores e trabalhadoras imigrantes e suas famílias com a agência policial federal ICE (Immigration and Custom Enforcement – Fiscalização e Imigração Aduaneira).
3 A operação que sequestrou o Presidente Nicolas Maduro e a deputada Cilia Flores, sua esposa, quebrou todas as leis internacionais numa operação de guerra, ameaças de anexação a Groenlândia, guerra ao Irã e o novo cerco a Cuba, são a demonstração objetiva do desejo de Trump.
4 Nesta nova Conjuntura ganha relevância a luta pela Soberania dos países e nações da América Latina e a solidariedade ativa a luta dos imigrantes nos EUA, do movimento No Kings, pelo fim das ações do ICE.
5 Sabemos que o movimento sindical brasileiro é bastante amplo, diverso e plural. O movimento sindical brasileiro enfrenta hoje o desafio histórico de transformar essa diversidade em força organizada e mobilizada.
O cenário do mundo do trabalho no Brasil passa por uma transformação profunda, marcada pelo aumento contínuo da informalidade e pela precarização, fenômenos aprofundados por reformas recentes e pela “uberização” das relações de trabalho. Embora a taxa de desemprego tenha caído, milhões de brasileiros continuam sem vínculo empregatício formal (…) ou atuando como conta própria, desassistidos de direitos trabalhistas básicos
6 O cenário do mundo do trabalho no Brasil passa por uma transformação profunda, marcada pelo aumento contínuo da informalidade e pela precarização, fenômenos aprofundados por reformas recentes e pela “uberização” das relações de trabalho. Embora a taxa de desemprego tenha caído, milhões de brasileiros continuam sem vínculo empregatício formal (carteira assinada) ou atuando como conta própria, desassistidos de direitos trabalhistas básicos.
7 Essa reestruturação desloca o eixo do emprego tradicional para formas de ocupação mais vulneráveis, onde a falta de proteção social se tornou a regra para uma grande parcela da população ocupada.
8 Nesse contexto, o movimento sindical enfrenta o desafio de se adaptar a uma nova classe trabalhadora, ao mesmo tempo em que lida com a queda histórica na sindicalização. Há uma desconexão entre as pautas tradicionais das centrais sindicais e a realidade dos trabalhadores terceirizados, “pejotizados” e informais, muitas vezes resultando em uma falta de mobilização geral. A ausência de políticas sindicais robustas e de um debate amplo para incluir esses trabalhadores sem vínculo empregatício específico enfraquece a luta sindical como um todo, demandando novas abordagens organizativas para combater a precarização das relações de trabalho.
9 Fazemos um chamado com esse manifesto para a construção de um espaço que congregue lutadoras/es sociais para dar um passo à frente em torno da unidade de pauta necessárias pra a melhoria das condições de vida da classe trabalhadora.
Este manifesto expressa o compromisso de setores do movimento sindical – (…) – com a defesa intransigente dos direitos trabalhistas e sociais, de salários dignos, do emprego decente, da soberania nacional e da democracia. Reafirmamos que não há democracia real sem direitos, sem trabalho com proteção social e sem participação efetiva do povo nas decisões que afetam sua vida.
10 Este manifesto expressa o compromisso de setores do movimento sindical – que independentemente de estar em alguma central sindical ou não – com a defesa intransigente dos direitos trabalhistas e sociais, de salários dignos, do emprego decente, da soberania nacional e da democracia. Reafirmamos que não há democracia real sem direitos, sem trabalho com proteção social e sem participação efetiva do povo nas decisões que afetam sua vida.
11 Defendemos um projeto de país que coloque o povo trabalhador no centro das decisões econômicas, políticas e sociais. Um projeto que enfrente o poder do capital financeiro, das grandes corporações e do rentismo, que hoje subordinam o Estado e a economia aos interesses de uma minoria privilegiada, em detrimento da maioria da população. Se entendemos que o protagonismo das transformações sociais deste país deva ser assumido pelo conjunto da classe trabalhadora, pretendemos dar passos consistentes visando a construção de um futuro à altura das aspirações do povo trabalhador.
12 É verdade que além das importantes pautas sociais e trabalhistas, outras iniciativas são de suma importância para a melhoria das condições de vida da classe trabalhadora. A justiça social deve abarcar melhores condições de moradia para todas e todos, qualidade nos serviços públicos em geral, transporte urbano e rural, saúde, educação pública e meio ambiente.
A nossa luta por justiça social também deve se combinar com a luta por justiça ambiental (com transição agroecológica substantiva), concebendo a valorização da agroecologia como alternativa viável à lógica da agricultura convencional centrada em um modelo de exploração predatório e no agronegócio
13 A nossa luta por justiça social também deve se combinar com a luta por justiça ambiental (com transição agroecológica substantiva), concebendo a valorização da agroecologia como alternativa viável à lógica da agricultura convencional centrada em um modelo de exploração predatório e no agronegócio – na monocultura, no uso intensivo de agrotóxicos e na mercantilização da terra -, combinada com a defesa da reforma agrária popular e da vida sustentável no planeta.
14 Em defesa de políticas públicas inclusivas e de um Estado soberano, comprometido com os interesses populares e da classe trabalhadora, orientado pela promoção dos direitos sociais, da justiça social e do desenvolvimento voltado ao bem-estar do povo.
Este manifesto é um chamado à luta, à unidade e à mobilização. A saída é pela esquerda!
15 Sendo assim, este manifesto propõe um passo à frente na construção da unidade em torno de pautas urgentes, indispensáveis para a garantia de direitos, de salários dignos, do emprego decente e da democracia no país. Se, eventualmente, o passado nos dividiu, o futuro exige a unidade de nossas lutas.
Propomos:
16 A) Combate à Extrema-Direita, Defesa das Liberdades Democráticas e do Internacionalismo
Em todo mundo os direitos e conquistas sociais são atacados, somos incondicionais na solidariedade dos trabalhadores, trabalhadoras na luta contra as opressões e exploração.
Somos pela autodeterminação e soberania dos povos. Somos pela paz e harmonia entre os povos.
O projeto da extrema-direita representa uma ameaça direta aos direitos trabalhistas, aos serviços públicos, à diversidade e às instituições democráticas. Diante disso, o movimento sindical, com foco especial na classe trabalhadora e nos movimentos sociais, reafirma seu compromisso inegociável com:
- Reeleição de Lula no Brasil e a derrota do Bolsonarismo
- Defesa da Soberania e solidariedade latino-americana
- Tirem as mãos da Venezuela. Liberdade para Maduro e Cília Flores Já!
- Toda Solidariedade a Cuba! Fim dos Embargos e do Cerco a Cuba Já!
- Soberania Popular, nenhuma intervenção nas decisões soberanas dos povos, Trump Fora da América Latina e do Oriente Médio.
- Todo apoio ao movimento “No Kings”.
- A defesa das liberdades democráticas (como liberdade de organização dos movimentos sociais e populares, liberdade sindical e direito de organização, liberdade de expressão e de imprensa, direitos civis e garantias individuais, direito de manifestação e protesto democrático, direitos políticos e participação democrática, direitos das mulheres, dos negros e negras, da população LGBTQIA+ e dos povos tradicionais, dentre outros);
- O combate ao negacionismo, à desinformação (e às fake news), às práticas autoritárias e ao ódio político disseminado pela extrema direita contra os direitos humanos;
- O incentivo de políticas públicas de proteção e promoção da igualdade, com a construção de um país plural, sem machismo, sem racismo e sem a lgbtfobia. Um país que respeita a liberdade, o direito de viver sem violência e opressão.
17 B) Defesa Intransigente dos Interesses da Classe Trabalhadora
A luta sindical é, antes de tudo, a luta por condições dignas de trabalho.
Defendemos:
- Garantia e Ampliação de direitos sociais previstos na Constituição Federal.
- Revogação das reformas trabalhista e previdenciária, que restringem direitos aos trabalhadores e trabalhadoras
- Garantia de orçamento para execução de políticas públicas. Educação e saúde públicas devem ser prioridades orçamentárias!
- Fim do arcabouço fiscal (que bloqueia investimentos sociais) e dos cortes orçamentários em áreas sociais
- Preservação dos pisos constitucionais da saúde e educação
- Fortalecimento da negociação coletiva e do papel estratégico dos sindicatos.
- Defendemos a PETROBRAS, patrimônio do povo brasileiro, 100% Estatal
18 C) Em defesa da vida: contra a violência racista, machista, LGBTfóbica
Nenhum projeto de país será verdadeiramente democrático se não enfrentar as desigualdades estruturais. Este manifesto assume:
- O combate permanente ao racismo institucional e estrutural.
- Combate intransigente à violência contra as mulheres. A defesa da igualdade de gênero e o enfrentamento ao sexismo e o machismo.
- Combate ao capcitismo, ao preconceito e discriminação
- A proteção da população LGBTQIA+, com garantia de políticas públicas e de direitos trabalhistas sem discriminação.
- Assumimos o lema de que a luta sindical é diversa porque a classe trabalhadora é diversa.
- Combate à violência policial racista contra a periferia e o avanço do crime organizado
19 D) Defesa de políticas públicas para a classe trabalhadora. Por isso, defendemos:
- Fortalecimento do SUS, com mais orçamento, ampliação da cobertura e gestão pública direta.
- Educação pública fortalecida, pagamento correto do piso nacional, investimento robusto, concursos públicos e fim dos contratos precários e terceirizados.
- Dinheiro público para Instituições públicas.
- Tarifa zero no transporte público, financiada por políticas estruturantes.
- Iniciar um ciclo de redução imediata dos juros
- Fortalecimento de empresas estratégicas:
- Correios, como peça central da logística nacional.
- Petrobras 100% estatal e comprometida com soberania energética.
- Bancos públicos como motores de desenvolvimento, crédito popular e políticas sociais.
- Políticas Públicas de Reindustrialização do Brasil e de incentivo á pesquisa e tecnologia nacional
- Suspensão do acordo Mercosul/União Européia
- Política de moradia popular com ocupação dos grandes centros e combate a especulação imobiliária
- Incentivo real às micro, pequenas e médias empresas e à agricultura familiar, responsáveis por boa parte dos empregos e da produção de alimentos no país.
- Combate à emergência climática. Reforma Agrária Agroecológica, que promova a produção de alimentos saudáveis e baratos, priorizando a preservação ambiental e pondo fim ao agronegócio predatório.
- Promover a reforma urbana com moradia popular fora de áreas de risco e garantir a demarcação imediata dos territórios indígenas.
20 E) Defesa da organização sindical
- Revogação de dispositivos que fragilizaram as relações de trabalho e a negociação coletiva.
- Valorização do sindicato como instrumento estratégico da classe trabalhadora, com liberdade e autonomia sindical.
- Respeito ao direito de greve. Combate a criminalização dos dirigentes e ativistas dos movimentos sindical e popular.
- Representantes por locais de trabalho e fortalecimento das CIPAS.
- Garantia da participação dos trabalhadores na formulação de políticas públicas.
21 F) Eixos Estruturantes
- Mais direitos para a classe trabalhadora: fim da escala 6×1, acompanhado da redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários e tarifa zero no transporte público em todo o país.
- Proposta de reajuste anual com aumento real de salários.
- Política permanente de valorização do salário mínimo, com recomposição rumo ao salário mínimo calculado pelo DIEESE.
- Fim das perdas salariais acumuladas e garantia de correção monetária automática da inflação.
- Valorização das aposentadorias e pensões.
- Criação de empregos com carteira assinada, proteção social e direitos garantidos. Combate à fraude na contratação dos trabalhadores desregulamentados, como a pejotização.
- Estímulo aos concursos públicos regulares e ampliação do quadro de servidores.
- Combate à terceirização irrestrita, à uberização e a todas as formas de precarização do trabalho.
- Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, aumentando produtividade, saúde e qualidade de vida.
- Defendemos uma reforma tributária que taxe os mais ricos, garanta justiça fiscal, isente quem ganha até 10 salários mínimos e o reajuste da tabela do IR.
- Promoção de ambientes de trabalho seguros, saudáveis e sem assédio moral. Uma luta em defesa da saúde mental dos trabalhadores.
- Fim dos contratos precários e flexíveis, das OSs e da privatização velada por meio de organizações “sociais”.
- Reconhecimento dos servidores públicos como pilar essencial do Estado. Plano de carreiras que valorizem os servidores e combate aos contratos precários e temporários.
- Valorização das trabalhadoras e trabalhadores da educação, saúde, segurança, assistência social e demais áreas essenciais.
- Defesa dos Serviços Públicos Estatais.
- Pela desmercantilização dos serviços públicos e combate às privatizações.
22 Por fim, este manifesto afirma a necessidade de reconstruir um Brasil justo, igualitário e soberano, livre da exploração e de todas as formas de opressão. A classe trabalhadora é protagonista indispensável dessa construção histórica. Lutamos pelas reivindicações imediatas e históricas do povo trabalhador. Somente com organização coletiva, unidade e luta permanente podemos derrotar a extrema-direita.
23 E nestas lutas abrir caminho para a construção de um Brasil e um mundo sem explorados e exploradores, livre de todas as opressões, onde aqueles e aquelas que produzem as riquezas possam democraticamente decidir o seu destino. A classe trabalhadora é o presente e o futuro da humanidade.
Assinam esse Manifesto
SINDIPETRO CAXIAS Sindicato dos Petroleiros de Caxias (RJ)
STIA SJC Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Bebidas de São José dos Campos e Região (SP)
SINDICONFE Sindicato dos trabalhadores da indústria da confecção feminina e moda íntima de Fortaleza (CE)
SINDSCOCE Sindicato dos Servidores de Conselhos de Fiscalização Profissional e entidades coligadas e afins do estado do Ceará
SINCOAL Sindicato dos Funcionários em Conselhos e Ordens de Fiscalização do Exercício Profissional de Alagoas
SINDICOPE Sindicato dos Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização de Pernambuco
SINDISCOSE Sindicato dos servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional e Entidades Coligadas e Afins de Sergipe
SINSERCON-BA Sindicato dos Servidores de Conselhos e Ordens Autárquicos das Profissões Liberais no Estado da Bahia.
SINSERCONRS Sindicato dos servidores e empregados dos conselhos e ordens de fiscalização do exercício profissional
SINDICOPA Sindicato dos Trabalhadores em Conselho e Ordem de Fiscalização Profissional do Estado do Pará
SINDECOF-DF Sindicato dos Empregados em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional e Entidades Coligadas e Afins do Distrito Federal
SINSERCON-PB sSindicato Dos Servidores De Conselhos De Fiscalização Profissional E Entidades Coligadas E Afins Do Estado Da Paraíba
Conspiração Socialista
Coletivo Sindical Travessia
FOS
Claudio Mendonça Presidente do ANDES -SN
Ivanilda Reis Coordenadora da Fasubra
Francisco Freitas Coordenador do Sinasefe
Richard Araujo Diretor da CNTE
BRASÍLIA-DF
Karina Afonseca SindEnfermeiro
Jacó Almeida Trabalhador dos Correios
Pedro Henrique Antunes da Costa Professor da UNB
Maria do Socorro Oliveira Marzola Coordenação Colegiada do SINTFUB
Diogo Solano Ex-presidente do SISEMPPA
GOIÁS
Elma Dutra Direção Nacional da FASUBRA
Lídia dos Santos Ferreira de Freitas Direção Nacional da FASUBRA
Henrique Lemos UFG GO
PARÁ
Tais Ranieri Coord. Geral do SINDTIFES-PA
Will Mota Coord. SINDTIFES-PA
Miguel Guimarães Coord. SINDTIFES-PA
Rane Siqueira Coord. SINDTIFES-PA
Moacir Nazareno Coord. SINDTIFES-PA
Sávio Reis Professor da UEPA
Emerson Monte Professor da UEPA
Alexandre Favacho Operador da COSANPA
Angela Azevedo Ex-Coord. FASUBRA
Porakê Munduruku Técnico da SEMAS
Ana Clara Grassi Servidora do INCRA
MARANHÃO
Regina Sheila Bordalo Martins Sind Educação
Ana Paula Martins de Albuquerque Sind Educação
Maria Dolores Silva Sind Educação
Hugo Rodrigues da Silva Sind Educação
Gilvan Azevedo dos Santos Sind Educação
PIAUÍ
Gislvado Oliviera UESPi
CEARÁ
Nestor Bezerra Coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Francisco “Corredor” Clesiberto Suplente da executiva do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Adriano da Silva Bandeira Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Hélio de Oliveira Santana Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Francisco Edneudo Membro do conselho fiscal do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
César Bruno Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Francisco Ednilson Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
José Valdenir Cunha Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Cleiton Pereira de Sousa Diretor de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Jhon Maranhão Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza-CE
Domingos Gomes Neto Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
José Benones Belizario Lima Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
Lidiana da Silva Barros Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
Regina Lucia Dias de Melo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
Benedito Santos Ribeiro Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
Francisco Vagno Monteiro Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará
Assis Araujo AFBNB CE
Henrique Eduardo AFBNE
Jarir Pereira APEOC
Artemis Martins Sinasefe
PERNAMBUCO
Gabriel Galvão Diretor do SINSPI-Sindicato Servidores Públicos de Igarassu
André Oliveira Diretor do SINTEPE-Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação De Pernambuco
Rapha Carvalho SINTEPE
Sergio Prado SINTEPE
Everton Melo SINTEPE
Diogo Xavier SINTEPE
Josival Costa Oposição dos Rodoviários de Recife
Flavio “Kissuque” Oposição dos Rodoviários de Recife
Kaline Rebeca Malaquias Compesa (Oposição Urbanitários)
Aldo Lima Oposição Rodoviários de Recife
Daniel Rodrigues Adufepe PE
Arlindo Luna Aposentado e Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Diógenes Charles da Conceição Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Hozana Francisca de Oliveira Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Ítalo Gregório Carvalho Ferraz Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
João André dos Santos Neto Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
João Everaldo de Araújo Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Guilherme Costa Neto Técnico Eletrônica – Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Luiz Carlos Francelino de Lima Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Roosevelt Cordeiro de Lima Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Rosângela Mendes do Nascimento Coordenação Colegiada do SINTUFEPE-UFPE
Selton de Paula e Silva Membro da coordenação colegiada do SINTUFEPE
Suetônio de Andrade Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
Thaynara Patricia da Silva Marques Militante de base do SINTUFEPE-UFPE
PARAÍBA
David Lobão Coordenador Geral do SINTEFPB
Hélio de França Gondim Docente da base do SINTEFP
Fernando Borges de Sousa Presidente do SINDUEPB (Campina Grande)
Gláucia Nunes Vinas Direção Nacional da FASUBRA
SERGIPE
Wagner Vieira Araujo Direção Nacional da FASUBRA
Bianca Cristina Zupirolli Direção Nacional da FASUBRA
Tânia Regina Barbosa de Sousa Sinasefe
RIO GRANDE DO NORTE
Wellington Soares Gonçalves Coordenação Colegiada do SINTEST-RN
Sonia Maria da Silva Coordenação Colegiada do SINTEST-RN
Celita Menezes Pessoa Coordenação Colegiada do SINTEST-RN
Roberto Luiz Machado da Silva Membro da Direção Nacional da FASUBRA
ALAGOAS
Aruã Silva de Lima Professor da UFAL
Rômullo Rogério Moreira Santos Militante de base do Sintufal
MINAS GERAIS
Adnalva Alves de Oliveira Sindeess MG
Daniel Wardil SindRede/BH
Pedro Valadares SindRede/BH
Daniel de Oliveira SindRede/BH
Ana Lúcia Ribeiro Gonçalves Coordenação Colegiada do SINTET-UFU (Uberlândia)
Celeste Francisca da Silva Militante de Base do SINTET-UFU e da Marcha Mundial de Mulheres (Uberlândia)
Cid Carlos Marcos da Silva Militante de Base do SindUte-MG (Uberlândia)
Felipe Cesar Gonçalves Militante de Base do SINTET-UFU (Uberlândia)
Felipe José Alves Santos Militante de Base do SINTUFEJUFE (Uberlândia)
Fernando Henrique Sousa Araújo Militante de Base do SindUte-MG (Uberlândia)
Flávio Sereno Direção Nacional da FASUBRA, Juiz de Fora-MG
Gilberta Maria Pires de Oliveira e Sousa Coordenação Colegiada do SINTET-UFU (Uberlândia)
Gislene de Freitas Rocha Professora aposentada da rede municipal de ensino, Uberaba-MG
Igor Bernardes Rodrigues Militante Sindical de base do SINTET-UFU, Uberlândia-MG
Jaciara Boldrini França Militante Sindical de base do SINTET-UFU, Uberlândia-MG
Maria José Bertolino Militante do Fórum Permanente de Saúde Mental de Uberlândia, da Associação dos/as Usuários/as do Sistema Unico de Saúde de Uberlândia e do Coletivo Amar Atípico, Uberlândia-MG
Mário Costa de Paiva Guimarães Júnior Membro da Direção Nacional da FASUBRA, Uberlândia-MG
João Lucas de Paula Batista Coordenação Colegiada do SINTET-UFU, Monte Carmelo-MG
Jorgetania Ferreira da Silva Presidenta da ADUFU-SS, Uberlândia-MG
José Gerônimo da Silva Militante do MTL, Uberlândia-MG
Leonardo dos Santos Rodrigues Militante de Base do SindUte-MG
Lígia Meira de Oliveira Coordenação Colegiada do SINTET-UFU, Uberlândia-MG
Liliane Cirino Vieira Militante de Base do SindUte-MG, Uberlândia-MG
Natália Lucena Assessora Sindical do SINTET-UFU, Uberlândia-MG
Norton Martins Nunes Coordenação Colegiada do SINTET-UFU, Uberlândia-MG
Robson Luiz Carneiro Militante sindical da base do SINTET-UFU, Uberlândia – MG
SÃO PAULO
Eliana Nunes APEOESP
Rosa Araújo APEOESP
Mauro Inácio APEOESP
Ronaldo Mota APEOESP
João Zafalão APEOESP
Antônio Ferreira APEOESP
Rossana APEOESP
Michele Borges APEOESP
Renato Pavan APEOESP SP
Lourdinha APEOESP SP
Jucinaldo APEOESP SP
Grazielle Nayara Felicio Silva IFSP
Márcio Alves de Oliveira IFSP
Michel Torres Professor da USP
Mauro Puerro Professor aposentado
Camila Lisboa Metroviários (SP)
Serjão Metroviários (SP)
Bernardo Lima Metroviários (SP)
Lucas Monteiro Pereira Diretor do SindServ-SJC
Mel Mandi Diretora do SindServ-SJC
Jéssica Marques Diretora do SindServ-SJC
Paulo Pasin Metroviários (SP)
Helton Saragor Presidente da ADUNIFESP-SP
Marcos de Oliveira Soares Unifesp (Zona Leste). Direção nacional do ANDES/SN
Alerrand Alves Executiva Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo.
Aetes Wagner Executiva Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo.
Daniel Oliveira Executiva (São José dos Campos) Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo
Robson de Jesus Subsede ABC (Mauá) Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo.
Maria do Socorro Diretora Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (SBC)
Rejane Nascimento Diretora Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (SBC)
Iane da Silva Diretora Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (SBC)
Reinaldo Siqueira Subsede ABC Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo (SBC)
Diego Capinha Diretor Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (Jacareí)
Paulo Henrique Diretor Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (Guaratinguetá)
Ailton Pereira Diretor Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (Ferraz de Vasconcelos)
Arnaldo Gomes Diretor Sindicato Vidreiros Estado de São Paulo (Jacareí)
Leandro Tadeu da Silva Representante CDB SINTUSP
Marcelo Cardagi representante CDB SINTUSP
Vera Monezzi representante CDB SINTUSP
RIO DE JANEIRO
Marcella Mendonça Sepe RJ
André Freire Sepe RJ
Sonia Lucio Professora aposentada base UFF
Eblin Farage Professora do Serviço Social base da UFF
Diogo Oliveira Sepe Niterói
Marcela Almeida SEPE RJ
Marcel Gavazza Sepe RJ
Caroline de Castro SEPE RJ
Rosilene Almeida SEPE RJ
Joselma Brito SEPE Regional IV
Camila Valente de Souza SEPERJ
Marcos Cesar de Souza Quilombo de Maria Conga, professor
Maria da Conceição Ferreira Nunes Aposentada SepeRj/VR
Lucas Hippolito Von der Weid SEPE Regional I
Daysiane Alves de Oliveira SEPE Resende
Alice de Araujo Nascimento Pereira Sinasefe
Gabriel dos Santos Barreto Sampaio Sinasefe
Liliane da Silva Lima SEPE Rio das Ostras
Lucas Souza Sampaio de Castro SEPE Rio das Ostras
Luciano da Silva Barboza SEPE Rio das Ostras
PARANÁ
Giuliano Kluch Suplente da Coordenação Colegiada do SINDTAE – Fronteira Sul, Realeza-PR
Máximo José Dias Colares Militante de base do SINTEST-PR, Curitiba-PR
SANTA CATARINA
Cristiane da Silveira Fogaça Coordenadora do SINTE Regional Florianópolis,
Marcos Cordeiro Bueno Diretor do Sintrasem (Dep. Magistério),
Roseli Brusque Zmorzynski Diretora do Sintrasem (Dep. Magistério),
Antonieta Eloisa Kehrig Acosta Diretora do Sintrasem (Suplente)
RIO GRANDE DO SUL
Daniela Peretti CPERS/RS
Arlei Silvio Ferreira 34° CPERS/RS
Tania Beatriz Deszuta 34° CPERS/RS
Marcia Porto 34° CPERS/RS
Altemir Paulo Cozer 38° CPERS/Porto Alegre
Pedro Silveira Municipario Porto Alegre/RS
Davi Dietrich Municipario Porto Alegre/RS
Maria Elisabete Vieira CMP Sindicato/Passo Fundo RS
Demian Boaroli Seção Bento Gonçalves
Gabriel Oliveira Presidente APROFCMPA
Lissandra Luvizão Lazzarotto Coordenadora Geral do Sinasefe Seção Bento Gonçalves
Daniel Severo Schiites Advogado sindical RS
Vera Guasso Sindippd/RS









