Começa campanha pela absolvição de professor preso em protesto no dia 30 de junho, no RS

Da Redação

O Conselho Geral do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato), no dia 07 de julho, aprovou campanha pela não condenação do professor Altemir Cozer no processo que se originou da prisão feita pela Brigada Militar nas atividades da greve do dia 30 de junho. A entidade publicou nota de solidariedade e irá participar das iniciativas que garantam a liberdade aos que lutam e a condenação da criminalização aos movimentos sociais. O professor é filiado ao CPERS desde 2002, quando ingressou na categoria. Já foi um dos membros da diretoria estadual, além de diretor da regional de Porto Alegre e de Gravataí.

A aprovação da moção de apoio e solidariedade e de uma campanha pela absolvição e não condenação por parte do CPERS/Sindicato foi um importante passo para a forte e grande campanha que o caso exige.

Também no Conselho de Representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Porto Alegre – SIMPA, foi aprovada moção condenando a prisão com acusação improcedente contra o professor Altemir. Os representantes reunidos, também por unanimidade, compreenderam que a tentativa de processar o professor é mais um caso de tentativa de criminalização dos lutadores na cidade de Porto Alegre, que já acompanha apreensiva o desfecho do processo que envolve os seis ativistas do Bloco de lutas.

Na segunda-feira, 10 de julho, foi a vez da Coordenação Estadual da CSP-Conlutas, central sindical e popular da qual Altemir é membro da executiva, aprovar moção condenando a prisão e exigindo a suspensão imediata dos encaminhamentos que poderão abrir processo na justiça criminal.  Foi aprovada campanha com envio de moções para a promotora Ivana Ferazzo do Ministério Público, assim como um abaixo-assinado. Também a central irá buscar organizar um ato de debate, apoio e solidariedade ao professor acusado e contra a criminalização aos movimentos sociais.

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