O voto das mulheres decide: domingo é lula!


Publicado em: 23 de outubro de 2026

Executiva de Mulheres da Semear-PSOL e Subverta-PSOL

Esse post foi criado pelo Esquerda Online.

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Crédito Ricardo Stuckert
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O Brasil está diante de um momento decisivo. Não é “só” uma eleição normal, mas a definição entre dois projetos diametralmente opostos. De um lado, o fascismo, o golpismo, a violência, a destruição de direitos e a entrega de nossas riquezas para os EUA de Trump. Do outro, a democracia, a soberania nacional, a justiça social e o enfrentamento às desigualdades.

Nós, mulheres brasileiras, sabemos o que significa o projeto da extrema direita. Não por acaso, desde o histórico movimento #EleNão, compreendemos o que a ascensão da extrema direita significaria: um retrocesso para os nossos direitos e uma ameaça às nossas vidas.

Foram anos de destruição de direitos com o governo Bolsonaro. Lutamos contra os cortes na educação e sentimos de forma desproporcional o peso da crise. Muitas de nós ocupamos a linha de frente dos hospitais colapsados pela COVID-19. Outras tantas seguimos expostas ao vírus em serviços essenciais. Foram mais de 700 mil mortes, mais da metade delas evitáveis. Milhares abaixo da linha da pobreza, na fila do osso. Violência de gênero nas redes, nos lares e feminicídios em níveis históricos.

Junto com sua ascensão, promoveram, uma “caça às bruxas” contra os nossos direitos sexuais e reprodutivos, a autonomia dos nossos corpos e as políticas de igualdade de gênero e sexualidade. Tentaram e continuam tentando nos impor um retrocesso civilizatório, nos empurrar ao silêncio e à submissão. Hoje, chegam ao absurdo nível de questionar até mesmo o nosso direito ao voto.

Somos nós, mulheres em luta em todo o mundo, um cordão-sanitário contra o fascismo. Na América Latina, mesmo sob ameaça fascista que se fortalece em todo o continente, seguimos na linha de frente da resistência. Aqui no Brasil, fomos decisivas na eleição passada rejeitando o pai, genocida e golpista, e garantindo a vitória de Lula. Agora, seremos decisivas outra vez contra o filho.

Mas não aceitaremos resignadas. Não daremos nenhum passo atrás. Responderemos com organização e luta! Somos nós, mulheres em luta em todo o mundo, um cordão-sanitário contra o fascismo. Na América Latina, mesmo sob ameaça fascista que se fortalece em todo o continente, seguimos na linha de frente da resistência. Aqui no Brasil, fomos decisivas na eleição passada rejeitando o pai, genocida e golpista, e garantindo a vitória de Lula. Agora, seremos decisivas outra vez contra o filho.

Nos somamos à onda que toma as ruas e redes com coragem e esperança para virar essas eleições. Convocamos todas as mulheres brasileiras, dentro e fora dos movimentos sociais, a se somarem a essa luta. Porque o resultado desta eleição também diz respeito à nossa vida, à nossa liberdade, aos nossos direitos e ao futuro de nossas famílias.

Um governo autoritário significa mais ameaças aos direitos que conquistamos e mais obstáculos para avançarmos.

Um governo autoritário significa mais ameaças aos direitos que conquistamos e mais obstáculos para avançarmos.

Defender a democracia é defender a possibilidade de lutar por uma vida melhor, ampliar direitos e construir um país mais justo para todas nós. Um país mais justo para as mulheres é também um país mais justo para todos. Por isso, daqui até o dia 25 de outubro, precisamos mobilizar mais mulheres para irem às urnas e ajudar a garantir a reeleição do presidente Lula.

Por nossas vidas, por nossos direitos e pelo nosso futuro, sejamos o muro que impede o avanço do autoritarismo. A rede que protege a vida. A força que organiza a esperança. A coletividade que arranca vitórias. Domingo, é Lula 13 nas urnas!

Executiva de Mulheres da Semear-PSOL e Subverta-PSOL

 


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