Intensificar a mobilização para derrotar as manobras do centrão e da extrema direita
Publicado em: 20 de maio de 2026
Agência Brasil
Entramos na fase decisiva da luta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Esta semana e a próxima serão fundamentais nas definições do Congresso sobre a PEC e os projetos em debate.
Sem surpresa, Centrão e extrema-direita tentam adiar a votação, criar uma regra de transição e até retirar direitos da classe trabalhadora.
Representantes da velha Casa Grande, herdeiros do autoritarismo e da exploração, farão de tudo para impedir avanços históricos para o povo trabalhador.
O jogo é duro e só a pressão popular pode derrotar esses interesses.
Esse embate precisa servir de alerta: como dizia Marx, os interesses de classe são inconciliáveis.
é hora de colocar o bloco na rua e fortalecer o calendário unitário da Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, centrais sindicais, movimentos populares, sindicatos e partidos comprometidos com os direitos do povo.
Por isso, é hora de colocar o bloco na rua e fortalecer o calendário unitário da Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, centrais sindicais, movimentos populares, sindicatos e partidos comprometidos com os direitos do povo.
Dias 24 e 25 serão dias de mobilização nacional — dia 24 em todo o Brasil e dia 25 em São Paulo. E durante toda a semana até o dia 27, precisamos intensificar a agitação nos locais de trabalho, moradia, escolas, terminais de ônibus, estações de trem e metrô.
É hora de conversar com comerciários, rodoviários, juventude, estudantes e trabalhadores de todas as categorias. Fazer da próxima semana uma grande jornada de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora.
Vamos às ruas pelo fim da escala desumana 6×1 e pela redução da jornada sem redução de salário.
Que a força e a luta do povo boliviano nos tragam inspiração para vencer!
Mais lidas
colunistas
Copa e política: uma relação oculta?
brasil
Bancada Feminista do PSOL anuncia pré-candidatura à reeleição para ALESP
brasil
O Brasil que acorda cedo exige mais direitos e o fim da exploração
colunistas
A Copa do Mundo pertence aos povos
mundo









