Municipários de Porto Alegre aprovam Greve Geral dia 28 e continuidade da resistência contra Marchezan
Publicado em: 12 de abril de 2017
Redação Porto Alegre
Em importante assembleia foi aprovado, por unanimidade, a construção da Greve Geral contra a Reforma da Previdência no próximo dia 28. Esta decisão foi tomada de forma unânime pelo presentes e reflete a insatisfação da categoria com as propostas que retiram direitos dos trabalhadores aplicadas por Temer.
O Prefeito Marchezan acaba de completar seus 100 dias de governo e cada dia que passa avança em relação aos seus projetos de sucateamento do serviço público, sem se preocupar com a população mais pobre da cidade que é atingida diretamente pelas propostas. Em especial, os educadores que há 59 dias resistem ao Decreto de Mudança na Rotina Escolar proposto no dia 21 de fevereiro de 2017.
A proposta de revogação do atual decreto, que diminui tempo de aula dos estudantes e retira tempo de planejamento e reunião dos educadores, foi fortalecida com o indicativo de um dia de paralisação (19/04) e ato do conjunto dos trabalhadores do município contra os ataques à educação pública. A unidade dos municipários foi indicada como a única forma de derrotar os projetos em tramitação e garantir condição de trabalho e também de serviços públicos de qualidade na cidade.
Redação Porto Alegre
Em importante assembleia foi aprovado, por unanimidade, a construção da Greve Geral contra a Reforma da Previdência no próximo dia 28. Esta decisão foi tomada de forma unânime pelo presentes e reflete a insatisfação da categoria com as propostas que retiram direitos dos trabalhadores aplicadas por Temer.
O Prefeito Marchezan acaba de completar seus 100 dias de governo e cada dia que passa avança em relação aos seus projetos de sucateamento do serviço público, sem se preocupar com a população mais pobre da cidade que é atingida diretamente pelas propostas. Em especial, os educadores que há 59 dias resistem ao Decreto de Mudança na Rotina Escolar proposto no dia 21 de fevereiro de 2017.
A proposta de revogação do atual decreto, que diminui tempo de aula dos estudantes e retira tempo de planejamento e reunião dos educadores, foi fortalecida com o indicativo de um dia de paralisação (19/04) e ato do conjunto dos trabalhadores do município contra os ataques à educação pública. A unidade dos municipários foi indicada como a única forma de derrotar os projetos em tramitação e garantir condição de trabalho e também de serviços públicos de qualidade na cidade.
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