Nota do PSOL sobre vitória parcial em ação no TSE que pede cassação da chapa Bolsonaro-Mourão
Publicado em: 10 de junho de 2020
O resultado parcial apontado pelo Tribunal Superior Eleitoral ontem, 9/6, sobre a ação do PSOL que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, gerou uma expectativa positiva sobre a aprovação da necessária investigação do caso de hackeamento do site “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”.
Argumentamos, com todo o respeito, que se o relator entende como essencial a prova da autoria para a caracterização do abuso pela chapa Bolsonaro-Mourão, então deveria ter deferido a realização da coleta de provas, a perícia do hackeamento, pela Polícia Federal, como pediu o PSOL pelo menos quatro vezes ao longo do processo.
Em uma eleição cuja a disputa ocorreu com forte peso da internet e redes sociais, é gravíssima e afeta a legitimidade do pleito a tentativa de ludibriar o eleitorado com a mudança de um página com milhões de seguidoras.
Levando-se em conta o efeito multiplicador, isso representaria algo em torno de 5% a 7% do eleitorado nacional, que foram influenciados e agredidos no seus direito de participação cidadã e eleitoral. A chapa Bolsonaro-Mourão iludiu o eleitorado, inclusive os seus próprios apoiadores, ao tentar falsear um apoio que não tinha.
A investigação apropriada do episódio é imprescindível e fundamental para que, finalmente, se esclareça e puna os responsáveis pelo crime cometido.
Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL
10 de junho de 2020
O resultado parcial apontado pelo Tribunal Superior Eleitoral ontem, 9/6, sobre a ação do PSOL que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, gerou uma expectativa positiva sobre a aprovação da necessária investigação do caso de hackeamento do site “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”.
Argumentamos, com todo o respeito, que se o relator entende como essencial a prova da autoria para a caracterização do abuso pela chapa Bolsonaro-Mourão, então deveria ter deferido a realização da coleta de provas, a perícia do hackeamento, pela Polícia Federal, como pediu o PSOL pelo menos quatro vezes ao longo do processo.
Em uma eleição cuja a disputa ocorreu com forte peso da internet e redes sociais, é gravíssima e afeta a legitimidade do pleito a tentativa de ludibriar o eleitorado com a mudança de um página com milhões de seguidoras.
Levando-se em conta o efeito multiplicador, isso representaria algo em torno de 5% a 7% do eleitorado nacional, que foram influenciados e agredidos no seus direito de participação cidadã e eleitoral. A chapa Bolsonaro-Mourão iludiu o eleitorado, inclusive os seus próprios apoiadores, ao tentar falsear um apoio que não tinha.
A investigação apropriada do episódio é imprescindível e fundamental para que, finalmente, se esclareça e puna os responsáveis pelo crime cometido.
Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL
10 de junho de 2020
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