O papel do PSOL na construção de uma alternativa de esquerda ao governo do Pará
Publicado em: 14 de fevereiro de 2022
18/12/2017- Brasília - O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, durante entrevista coletiva sobre os alertas de desastres naturais que começam a chegar hoje (18) aos celulares da população dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
As principais pré-candidaturas da direita ao governo do Estado do Pará já estão em ritmo de campanha, notadamente Hélder, Zequinha e Jatene.
Porém, está fazendo falta um nome (e uma plataforma programática) que represente os interesses dos trabalhadores, dos movimentos sociais, das mulheres, da negritude, da população LGBTQIA+ e das populações tradicionais de nosso Estado.
Cabe ao PSOL, com urgência, cumprir essa tarefa e impulsionar o debate público em torno da construção de uma alternativa anticapitalista, antirracista, feminista e ecossocialista.
Cabe ao PSOL, com urgência, cumprir essa tarefa e impulsionar o debate público em torno da construção de uma alternativa anticapitalista, antirracista, feminista e ecossocialista.
Nosso Estado é riquíssimo do ponto de vista de seus recursos naturais, porém amarga vergonhosos indicadores sociais e de desenvolvimento humano. Tucanos e Barbalhos têm responsabilidade direta por esse modelo de desenvolvimento socialmente desigual e ambientalmente predatório.
É preciso desconstruir o mito de que o atual governador Hélder Barbalho seria o “Rei do Norte”. O simples fato do atual governador ter se enfrentado em alguns momentos com o discurso negacionista de Bolsonaro na gestão da pandemia não o absolve dos crimes políticos cometidos contra o povo paraense, como a Reforma da Previdência estadual aprovada na ALEPA sob muita repressão policial, como a nova lei de terras que estimula a grilagem de terras públicas, ou como nos episódios de violação dos direitos humanos da população carcerária de nosso ignominioso sistema penal, cuja repercussão foi nacional.
O povo do Pará não pode estar condenado a escolher nessas eleições entre o sujo e o mal-lavado. Podemos e devemos ter um nome nosso, da esquerda, dos movimentos sociais, dos segmentos oprimidos de nossa sociedade, uma pré-candidatura que unifique todos que buscam uma alternativa política em nosso Estado.
Está nas mãos do PSOL encarar esse desafio e convocar todos que buscam um caminho diferente que não seja a rendição à família Barbalho, à extrema-direita (de Zequinha, Éder Mauro e Eguchi) e ao tucanato.
*Militante da Resistência/PSOL
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