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Sobre a campanha Lula Livre

Valerio Arcary

Professor titular aposentado do IFSP. Doutor em História pela USP. Militante trotskista desde a Revolução dos Cravos. Autor de diversos livros, entre eles O Martelo da História.

Domingo que vem (13) acontecerá em São Paulo um Ato por Lula Livre convocado pelas Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, associadas ao Comitê Nacional Lula Livre. Aproveito para esclarecer que a campanha do Comitê Lula Livre, não faz “uma defesa programática dos governos do PT e de Lula com vistas à eleição de 2022”, como se acusa em nota assinada por Irene Maestro e Luiz Carlos Prates (Mancha), ambos da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, em carta assinada em seu site.
Simplesmente, não é verdade.

O PSol faz parte do Comitê Nacional Lula Livre e foi oposição aos governos do PT. Nenhum documento do Comitê Nacional Lula Livre tem uma linha em defesa dos governos Lula e Dilma Rousseff. Muito menos há qualquer referência a qualquer candidatura às eleições de 2022. Essa acusação é falsa, absurda, esdrúxula.

Sim, para o Psol Lula é inocente das acusações da LavaJato.

A LavaJato, como se confirma pelas revelações do Intercept, foi uma operação política de perseguição a Lula e cúmplice do impeachment de Dilma Rousseff, da condenação de Lula e, portanto, da eleição de Bolsonaro.

Por isso, na opinião do PSol, Lula é um preso político.

Qualquer organização sindical e política tem todo o direito de ter sua interpretação sobre as posições dos outros. Mas não pode falsificá-las.

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